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CaRoL
E o Fórum... continua
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Segundo dia. A diversidade se tornou algo normal. As oficinas e palestras agora tomam o meu tempo!!
Corro para cima e para baixo, fazendo matérias, entrevistando observando.
Ontem, fiquei sozinha... me perdi de todas as pessoas que conhecia... Não assisti ao show que queria, mas a caseira venceu e fui dormir mais cedo.
Hoje, um novo dia. Novas pautas, novas pessoas, novos aprendizados.
Descobri um ponto de encontro. Um lugar meio mágico. Não dá nem vontade de sair de lá... Não vou mais ficar sozinha, isso é bom.
Se bem, que falar em ficar sozinha no meio de mais ou menos 150 mil pessoas é exagero, mas sei lá... coisas que acontecem por aqui!!
depois tem mais.... e como tem!
PS: foto tirada por Henrique Costa, na Marcha de Abertura do V FSM
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| January 27, 2005 | 12:00 AM |
diversidade
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Essa é a única palavra que eu encontrei no momento para expressar o que é o Fórum Social Mundial que acontece em Porto Alegre nos dias 26 a 31 de janeiro.
Pessoas de diversas regiões do mundo, com diversas necessidades, de diversos movimentos, com diversas maneiras de pensar.
Todas essas pessoas, reunidas no mesmo lugar, buscando as mesmas coisas: igualdade e um mundo melhor.
Será utópico? Um tanto, mas o que seria do homem se não fosse a capacidade de sonhar?
* escrito no primeiro dia do FSM 2005
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| January 26, 2005 | 12:07 PM |
| January 24, 2005 | 7:30 AM |
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Onde vamos parar?
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Sete horas da noite. Um telefonema. E o mundo parece desabar. Desnorteada, volto pra sala, reuno minhas coisas e saio correndo. Esperar o elevador, nunca. Vou pelas escadas. Ganho a rua. Muita gente. Muita gente mesmo.
Tento ligar, telefone sem crédito. Ligo à cobrar mesmo. Ele atende. Ouve. Pensa. Não se desespera. Sorte minha. Já estou no ônibus.
Conversamos, discutimos, pensamos e vou encarar a reunião. Clima tenso, situação complicada. No fim, verdades são ditas e cartas colocadas na mesa.
Me sinto um lixo.
Saio de lá quase derrotada. Vontade de chorar, vontade de sumir, vontade de apagar o passado...
As coisas andam a partir do momento que chego em casa. Ligações, conversas, chats. Tudo para montar um plano para um telefonema.
É dado o telefonema. Aguardo anciosa uma resposta. Ela vem via internet, que na hora H cai e me deixa a ponto de um ataque de nervos.
A resposta é positiva. Mas a troca de favores inevitável. Planos, idéias, acordos, documentos. Tudo pronto.
Falta alguma coisa nessa história. Por que tudo tem que ter mão dupla? Por que ninguém aceita fazer nada de graça?
Termino a noite cansada. Preocupada com o dia de amanhã, com o futuro dessa sociedade se continuar assim.
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| January 19, 2005 | 8:42 PM |
conhecer...
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Já parou para pensar como você conheceu as pessoas a sua volta?
Seu melhor amigo, aquele cara chato que não larga do seu pé, seu namorado (a), um amigo tão distante que vocês nunca se viram pessoalmente...
Eu tava pensando nessas coisas nesses últimos dias. Como eu conheci as pessoas que hoje são tão importantes para mim, mas que há três anos atrás eram ilustres desconhecidos, prontos para abrirem seus corações e me receberem como amigos, para compartilhar emoções, idéias, iniciativas, trabalhos, coisas boas e coisas ruins.
Sabe, tô mais aberta do que nunca a fazer novas amizades e conhecer novas pessoas, pois amigos nunca são demais.
Se você já me conhece, pare para pensar como isso aconteceu... se não, vamos nos conhecer?
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| January 17, 2005 | 8:23 PM |
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